Jovem cacoalense lança site sobre moda e tendências

|

Gislaine Katrink - editora do site
A jovem Gislaine Katrink lançou recentemente um site voltado para a divulgação de assuntos relacionados ao universo feminino. Confira, abaixo, uma breve resenha:

Sessão Feminina – O blog feito para elas
Sessão Feminina – www.sessaofeminina.com.br – é um blog que veio para ficar e traz uma proposta inovadora: oferecer às mulheres, de todas as idades, informações bem diversificadas sobre moda, comportamento humano, tendências e dicas valiosas para o seu dia a dia. 

O nome, Sessão Feminina, que em princípio pode ser confundido como um arranjo para ajustar o ç (cedilha) de sessão a formula mais bem aceita quando se trata de url http, é, na verdade, Sessão com dois “ss” mesmo. A explicação, óbvia, é que seção, com ç (cedilha), representa um departamento. Mas Sessão, com dois ss, significa reunião, assembleia, ajuntamento. Exatamente essa é a idéia desse blog.

Queremos ser muito mais que um mero departamento. Somos Sessão Feminina, um espaço onde amigas podem reunir-se, através de uma interação, seja através de comentários ou envios de artigos, crônicas, etc.
Nosso foco é centrar esforços em divulgar novidades sobre modas, maquiagem, saúde, mas nada nos impede também de abordar temas ligados à outros assuntos relacionados ao conhecimento humano .
Não deixe de conferir e voltar sempre para acompanhar as novidades. Sejam bem vindos ao www.sessaofeminina.com.br

Papudiskina - Crônica de Daniel Oliveira da Paixão

|

Ariquemes x Cacoal -
Quando cheguei em Rondônia, no início da década de 80, falava-se que Cacoal era a terceira maior cidade do Estado e a segunda em potencial econômico. Hoje a cidade não ostenta a mesma riqueza e nem figura mais como a terceira mais populosa. Pior: está muito próxima de ser superada por Vilhena, que agora tem mais de 76 mil habitantes. O crescimento de Vilhena foi excepcional, enquanto Cacoal está estagnada. Por que isto acontece? O clima ameno de Vilhena sempre foi usado como marketing, mas certamente não é apenas isso que fez com que esse município do Sul do Estado tivesse um crescimento tão espetacular. A cidade contou com bons investimentos. Hoje, segundo o IBGE, as cinco maiores cidades de Rondônia são: Porto Velho: 410.520; Ji-Paraná: 115.593; Ariquemes: 88.330; Cacoal: 77.982; Vilhena: 75.773. Esses números, na verdade, foram divulgados no início de novembro, mas ao final do mês houve a divulgação definitiva e alguns mun icípios ganharam alguns habitantes a mais, mas nada tão surpreendente. Vilhena, por exemplo, ganhou cerca de 500 habitantes a mais.

Lei da receita médica
Esta semana a imprensa noticiou que o Ministério da Saúde vai agir com maior rigor e vários medicamentos só poderão ser vendidos com receita médica. A lei, na verdade, já existia, mas nunca foi colocada em prática por uma simples razão: não há como exigir dos brasileiros que paguem por uma consulta médica sempre que tiverem uma infecção (como uma dor de garganta, por exemplo). Eu acredito que essa nova investida do Ministério da Saúde é apenas mais um golpe de marketing. Não há como implementar tal lei no país enquanto tivermos uma desigualdade social tão grande (apesar das conquistas nas últimas duas décadas). Antes que alguém argumente que a lei é boa e deva ser colocada em prática pelo bem da própria sociedade, pergunto: quem é que pode ir a um hospital para consultar-se com um médico particular? No caso dos hospitais públicos, o tempo na fila de espera é suficiente para que o paciente morra antes que consiga a receita. Eu mesmo conheço uma pessoa em Cacoal que agendou uma consulta para três meses depois. Já no caso de tratamento, conheço alguém que em dezembro de 2005 marcou uma consulta para janeiro de 2006, portanto, 13 meses depois.

Médicos
Uma das grandes mudanças que o nosso parlamento deve fazer (Câmara e Senado) é proibir de vez a contratação de médicos sem exigir-lhe exclusividade. Tem que pagar salário justo aos médicos, mas também proibir-lhes, definitivamente, de atender em consultórios e hospitais particulares. Há casos no Brasil em que donos de hospitais também são médicos do sistema público. Já imagiram? Alguém acredita que tal médico vai querer que os pacientes do serviço público sejam tratados de forma adequada? Claro que há exceções e há médicos que preservam a ética. Mas em um país onde ficou provado que até donos de funerárias tinham convênios com hospitais, a gente tem mesmo é que ficar com um pé atrás em relação a essa situação.

Congresso Nacional
O que eu percebo, com tristeza, é que temos – salvo exceção – um bando de deputados federais e senadores frouxos, sem coragem para criar leis realmente justas. Alguns projetos fantásticos continuam parados há mais de cinco, seis ou até dez anos. Enquanto outros, absurdos, são aprovados rapidamente. Há muita coisa para se regulamentar como as compras online, a obrigatoriedade do acesso a informação nos sites de venda online, regulamentação das leis de proteção ao crédito, etc.

Hoje uma empresa pode punir qualquer um, levando-o ao SPC ou SERASA, sem que o direito constitucional de ampla defesa e o contraditório seja respeitado. Se alguém tem que gastar tudo o que tem e o que não tem para salvar a um filho e por conta disso deixe de honrar seus débitos na praça, seu nome é negativado sem a menor cerimônia. Onde está a ampla defesa e o contraditório? Não teria essa pessoa o direito de justificar-se? Eu, se fosse deputado, proporia uma lei que as empresas só pudessem negativar o nome de um cliente judicialmente. Isso inviabilizaria as vendas por que o Judiciário está abarrotado de processos? Então que oficialize um Tribuna próprio para o direito econômico, com um rito de julgamento mais célere, garantindo ao menos o mínimo de dignidade a pessoa humana. Enfim, se queremos um país socialmente justo precisamos de leis justas. Mas para isso é necessário deputados e senadores com coragem e que não sejam cooptados pelo lobby dos capitalistas opressores.

Um IPAD ou 100 livros? O que você escolheria? Dê o seu voto e concorra.

|

Debate UOL entre os candidatos ao Governo de São Paulo

|

Aeroporto de Vilhena volta a receber vôos noturnos

|

No final de janeiro desse ano, o Aeroporto Brigadeiro Eduardo Camarão deixou de receber vôos no período da noite, depois que aparelhos do balizamento queimarão por causa das fortes chuvas e raios que causaram uma descarga elétrica nos equipamentos responsáveis pela sinalização da pista. Após alguns dias de trabalho os equipamentos já foram recuperados e o aeroporto já recebe os vôos noturnos normalmente, como nesta noite que um avião UTI pousou às 3h da manhã e já nesta segunda a TRIP volta operar seus vôos.

De acordo com o administrador do Aeroporto Manuel Alberto Martins, todo material utilizado para sinalizar a pista não recebia manutenção há muitos anos, “Com a falta de manutenção por longos anos alguns equipamentos importantes para bom funcionamento dos sinalizadores estavam remendados e com a descarga elétrica muitos fios foram derretidos, lâmpadas queimadas e o controlador de brilho, impossibilitando a utilização da pista para pousos durante a noite”, explicou.

Após determinação emergencial do prefeito Rover todos os equipamentos necessários para o funcionamento da pista, foram comprados para possibilitar assim o retorno dos vôos noturnos. “Fizemos um investimento grande no aeroporto, não podíamos fazer remendos, foi preciso comprar novos equipamentos para manutenção da pista. Alguns equipamentos não recebiam manutenção há vinte dois anos. Foram feitos mais de seis mil metros de aterramento, isolamento de caixas de balizamentos, adquirimos novas lâmpadas, hastes de cobre, soquetes para lâmpadas, 138 transformadores, e controladores de brilho uma peça fundamental para funcionamento da pista”, descreveu Rover.

Fátima Cleide anuncia que é pré-candidata ao governo de Rondônia

|

A senadora Fátima Cleide (PT-RO) comunicou ao Plenário na tarde desta terça-feira (27), que vai disputar a indicação do Partido dos Trabalhadores para concorrer ao governo de Rondônia, nas eleições de 2010. Ela concorrerá com o deputado federal Eduardo Valverde e com Roberto Sobrinho, prefeito de Porto Velho, na prévia que o PT de Rondônia realizará no dia 6 de dezembro.

A senadora registrou ainda a assinatura, no último sábado (24), em Cacoal (RO), da ordem de serviço do governo para a construção de 240 casas na cidade, dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida. As obras custarão R$ 10,3 milhões.

Fátima Cleide informou ainda que a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado deve examinar nesta quarta-feira (28) a proposta de emenda à Constituição de sua autoria (PEC 87-B/03) que repassa para a União o pagamento dos servidores civis que trabalhavam no antigo território de Rondônia e estavam no cargo quando tomou posse o primeiro governador do estado, em 1987. Ela espera que haja um acordo para que a matéria seja votada pelo Plenário ainda nesta semana.

No mesmo pronunciamento, a senadora cumprimentou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e a Caixa Econômica Federal pela criação do programa que dará aos beneficiários do Bolsa-Família acesso aos serviços bancários. Cumprimentou ainda, pelo seu dia, os professores (dia 15) e os servidores públicos (28). A senadora também aplaudiu a iniciativa da Câmara de Vereadores de Uberlândia (MG) que, durante toda esta semana, discutirá os problemas dos professores e da educação. Ela participou, neste domingo, da abertura dos debates.

Papudiskina - Os judas vão pedir os nossos votos em 2010

|

Papudiskina - Os judas vão pedir os nossos votos em 2010

Os "Judas da Política" estão aí
Uma pergunta rápida, leitores: Lula foi feliz ou infeliz ao dizer que temos muitos judas na política brasileira e que, em nome da governabilidade, é necessário, muitas vezes, uma composição com os "Judas"? Eu não sei. Mas o fato é que ele mostrou que, mesmo eventualmente se aliando "aos traidores da pátria", sabe exatamente o que está fazendo e porque está fazendo. Logo, aquela máxima da oposição de que o Lula nada vê, nada sabe e nada entende, não passa de falatório sem sentido.

Eu sou um fã do presidente Lula pela sua história e por ele ter sido, apesar dos pesares, o melhor presidente do país de todos os tempos. Mas como cristão não gostei do fato dele ter declarado que até Jesus Cristo, se estivesse ocupando a posição de presidente do Brasil, teria de se aliar ao Judas para poder governar. Isso não é verdade. Jesus preferiu os açoites e agonizante morte de cruz do que se render aos interesses mesquinhos dos fariseus e dos saduceus (facções antagônicas do ponto de vista ideológico, mas que, em certas circunstâncias, compunham alianças se vislumbrassem interesses convergentes, exatamente como fazem muitos partidos políticos atuais.

O grande problema é que os judas da política brasileira chegam ao poder alçados por expressiva votação popular. Aqui cabe mais uma vez uma analogia com fatos bíblicos quando uma grande multidão, confrontada a respeito de quem prefeririam vê-lo solto por uma clemência dos governantes romanos, preferiu Barrabás e mandou Jesus para ser crucificado, mesmo tendo consciência de que ele era inocente.

Mas por que o povo muitas vezes faz essa opção pelo ímpio em vez de valorizar aqueles que são retos de coração? A resposta é simples: é que, apesar de todos os avanços culturais e científicos, a grande maioria povo ainda não tem consciência do valor do seu voto. Mas, pasmem, senhores: o pior é que mesmo as pessoas mais bem preparadas muitas vezes são forçadas a um jogo de cobra cega diante da monstruosa falta de opções.

Aliança contraditória
O Ministério da Saúde está iniciando uma parceria com a Igreja Católica visando conscientizar as pessoas a respeito da necessidade de se cuidar em relação a doenças sexualmente transmissíveis e deixar de lado o temor de fazer os testes para se constatar se são ou não portadores de HIV porque, suspeita-se, que mais de 200 mil pessoas estão contaminadas por AIDS no Brasil e não têm a menor noção. Isso, evidentemente, é algo terrível, já que se o infectado não tem consciência dessa doença, acaba infectando seus parceiros e parceiras sexuais.

O mais alarmante é que muitas esposas, fiéis aos maridos e que pensam também serem respeitadas pelos mesmos, acabam contraindo o HIV. Mas voltemos à questão do tema acima, a contradição dessa parceria. Se a Igreja realmente está preocupada com o avanço da doença, como manter essa sua intransigência ao desaconselhar o uso de preservativos por parte dos casais?

Entendo que ela queira com esse gesto dar uma clara demonstração de que quem ama deve respeitar o seu cônjuge e nunca se enveredar pelo caminho do adultério. Está bem, como cristãos, todos nós entendemos essa verdade. Mas como humanos também somos conscientes da fraqueza humana. Por isso, mesmo a Igreja, que tem o dever de ensinar a santidade e condenar o adultério, deveria abrir mão de excesso de zelo e incentivar o uso da camisinha porque esse dispositivo inventado por mãos humanas (mas com a inteligência dada por Deus) serve também para prevenir outras doenças sexualmente transmissíveis e muitas delas sem qualquer conexão com infidelidade.

Campanha em favor de nosso dinheiro
O governo brasileiro, através do banco central, quer incentivar as pessoas a cuidar melhor do nosso dinheiro e todos nós devemos realmente demonstrar um pouco mais de carinho, apesar de que o dinheiro é um filho ingrato e não tem o menor apego às pessoas que cuidam dele. Passa de mão em mão e, em muitos casos, leva o seu primeiro possuidor ao desespero. Mas não é sobre a ingratidão do dinheiro que quero falar.

Percebi que o governo tem um interesse especial pela disseminação do uso de moedas, que muitas vezes ficam em cofrinhos. E olha que isso, aparentemente, é um gesto um tanto estranho, pois as moedas, guardadas, se desvalorizam com o passar do tempo, mesmo com uma inflação relativamente baixa se a compararmos com o que acontecia na década de 80 e início dos anos 90.

Talvez aqueles que guardam moedas estejam de alguma forma se vingando da volatilidade do dinheiro. Já que as notas muitas vezes entram em nosso bolso em um dia, para encher nosso coração de alegria, e no dia seguinte vai embora e nos deixa desesperados porque ele sequer foi suficiente para pagarmos as nossas dívidas, muitos de nós transformam as moedas em nossas prisioneiras.

Talvez seria uma forma inconsciente de vingança. Mas em vez do governo se preocupar em ver as moedas em circulação, talvez devesse incentivar as pessoas a usá-las como uma forma de "poupança caseira". Para isso, bastaria adotar um padrão diferente. Em vez das moedas serem expressas em valor monetário corrente, deveriam ter um valor fixo, a exemplo do conceito de Unidade Real de Valor (URV) pregada pelo governo Itamar Franco, cujo ministro era o sociólogo Fernando Henrique Cardoso.

Assim, as pessoas poderiam guardar essas moedas cientes de que, em tese, o seu poder de compra daqui a cinco ou dez anos seria basicamente o mesmo. Claro que isso seria uma utopia, mas as vezes é bom a gente sonhar. Afinal, quantos de nós, num passado distante quando era necessário um saco de dinheiro brasileiro para comprar um único dólar americano, sonhou com o dia em que a nossa moeda seria tão forte quanto o dólar? Hoje o que era utopia, em certo sentido, parece tão real que agora já existem vozes discordantes implorando que achemos uma maneira artificial de fazermos o nosso forte real voltar a se desvalorizar.

Puxa, eu sempre sonhei com um país que tivesse orgulho de sua moeda e agora vem os economistas dizerem que isso compromete a nossa balança comercial. Agora pergunte aos americanos: vocês querem que o dólar seja mais fraco do que o real brasileiro? Se eles adotassem o mesmo argumento dos economistas acadêmicos, diriam que sim, pois isso possibilitaria uma expansão de seus negócios. Afinal, quanto mais fraco for o dólar em relação a outras moedas, mais os seus produtos se tornam baratos e os produtos estrangeiros extremamente caros.

Isso, claro, geraria um boom de empregos por lá e obrigaria suas indústrias a produzirem muito mais para dar conta de tantos pedidos. Mesmo assim, por uma questão de orgulho nacional, eles sempre vão preferir que o seu dólar seja uma moeda forte. Então, que nós, brasileiros, percamos esse conceito de inferioridade e deixemos que o próprio mercado regule a nossa moeda. Esse é o momento de termos uma moeda forte? Desfrutemos, pois!

 

©2009 PORTAL CHUPINGUAIA | Template Blue by TNB